Pattrick Pinheiro propõe uma reflexão sobre as tensões entre revelação e história nas teologias políticas, explorando como diferentes perspectivas moldam a relação entre religião e organização social no contexto da modernidade ocidental.
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OS OLHARES FRENTE AO NOVO: A HISTÓRIA E A CONSCIÊNCIA HISTÓRICA EM MEIO A “CATÁSTROFE ECOLÓGICA”
Hiago Fernandes aborda como a história, enquanto disciplina e consciência, reflete as preocupações e demandas sociais, destacando os impactos da crise ecológica e do Antropoceno na visão de tempo e no pensamento histórico.
ENTRE AS DIFERENTES FORMAS, UM RECORTE HISTÓRICO FENOMENOLÓGICO SOCIOLÓGICO
Hiago Fernandes e Rovany Pimenta propõem uma análise sobre como a humanidade, desde seus primórdios, percebe e representa a existência, destacando a relação entre novos eventos, contextos socioculturais e hegemonias históricas.
“A PARTE E O TODO” NA HISTÓRIA DA HISTÓRIA.
“A História é a ciência das ações dos homens no tempo”, ou a “História é a ciência humana que está para além da história dos grandes homens do passado” são alguns dos enunciados sobre os objetos de análise deste campo que até demonstram certa ampliação recente de perspectivas frente a um “estudo dos grandes acontecimentos do passado” outrora clássica.
SIGNIFICADOS SE TRANSFORMAM
Todos os campos do conhecimento dito científico, tanto o que se pensou ser inteligível como “História” quanto a prática Historiográfica vêm passando por mudanças; perpassa debates em torno da concepção do que seja a ciência e a sua transformação se por meio de um progresso contínuo ou por meio de rupturas e revoluções dentro do próprio campo científico.
COSMOVISÃO E TEOLOGIA BÍBLICA: PERSPECTIVAS NA INTERPRETAÇÃO
O papel do sujeito é ativo como intérprete da “realidade” onde é possível ter uma cosmovisão particular, uma cosmovisão como uma perspectiva idiossincrática.
A HISTÓRIA ENTRE OS PARADIGMAS
O advento da chamada Virada Linguística e da crise do paradigma moderno acabou por contribuir com revisões e embates teóricos dentro do campo da História. Fez e faz parte da máxima muito conhecida entre os seus pares de que a História possui a sua própria historicidade, enquanto um campo de interessados em se debruçar e interpretar os processos e ações dos humanos no tempo e no espaço.
A ESTRANHEZA À MÚSICA DESCONHECIDA
Diante de uma música desconhecida, talvez um incômodo possa ser uma reação, falo por experiência. Em algumas culturas, há expectativas específicas em relação à música. Diferentes comunidades ao redor do mundo a utilizam como uma forma de expressão e quando nos deparamos com o que não somos familiarizados, talvez possamos experimentar um certo “desconforto” inicial. Diversos fatores podem gerar essa estranheza como, dissonância intencional, harmonia complexa, mudanças frequentes de compasso e de tonalidade, técnicas expandidas para instrumentos (toda forma não tradicional de se utilizar o instrumento).
MONTAIGNE: um caso renascentista do repensar no contexto de expansão marítima europeia
Para além dos contatos micros do cotidiano – que por si só transbordam universos de possibilidades –, é possível visualizar contatos entre diferentes culturas em alguns momentos históricos. Dos vários exemplos que podemos tentar reconstituir trago um exemplo interessante de se perceber enquanto ato de repensar e remodelar através dos discursos ecoado pelo humanista francês chamado Michel de Montaigne.
INFORMAÇÕES, HABILIDADES E COMPETÊNCIAS NO DECORRER DA “HISTÓRIA CONECTADA”
Parece ser redundante e naturalizado o movimento de atravessamento de informações e formação de redes proporcionadas pela internet. O movimento é tanto que existem conceitos criados para tentar dar conta dessa naturalização de habilidades de uma geração, como a de “nativos digitais”.
Este espaço e suas conectividades são considerados tão essenciais para os seus usuários que se cria uma dimensão de produção de verdade. Não são raras as expressões cômicas, mas sintomáticas, de uma naturalização interiorizada e compartilhamento às cegas das informações, a saber, a de que “se está na internet, então é verdade”.