:: EDIÇÃO 18 :: História

CULTURA E MOVIMENTOS CULTURAIS A PARTIR DAS HIBRIDIZAÇÕES NA HISTÓRIA: O CASO DO RENASCIMENTO NA EUROPA

Hiago Fernandes propõe uma reflexão sobre o conceito de hibridização cultural no curso da história, utilizando o Renascimento europeu como um estudo de caso para propor que o movimento artístico e intelectual foi catalisado por contribuições negligenciadas de culturas não-europeias, como as árabes e africanas.

:: EDIÇÃO 015 :: Fenomenologia História

“A PARTE E O TODO” NA HISTÓRIA DA HISTÓRIA.

“A História é a ciência das ações dos homens no tempo”, ou a “História é a ciência humana que está para além da história dos grandes homens do passado” são alguns dos enunciados sobre os objetos de análise deste campo que até demonstram certa ampliação recente de perspectivas frente a um “estudo dos grandes acontecimentos do passado” outrora clássica.

:: EDIÇÃO 015 :: História

A IMPOSSIBILIDADE DE SE FECHAR O PASSADO, E A POSSIBILIDADE VARIÁVEL DE SE INTERPRETAR O PASSADO MEDIANTE AO PRESENTE VARIÁVEL

“Os homens parecem-se mais com o seu tempo que com os seus pais.”. Esse é um provérbio árabe antigo que fora recuperado pelo historiador Marc Bloch em sua “Apologia da História”. Utilizou-se para dizer não de uma análise geracional de grupos humanos e indivíduos em si, mas de como é possível constatar um movimento de […]

:: EDIÇÃO 014 :: História

A HISTÓRIA ENTRE OS PARADIGMAS

O advento da chamada Virada Linguística e da crise do paradigma moderno acabou por contribuir com revisões e embates teóricos dentro do campo da História. Fez e faz parte da máxima muito conhecida entre os seus pares de que a História possui a sua própria historicidade, enquanto um campo de interessados em se debruçar e interpretar os processos e ações dos humanos no tempo e no espaço.

:: EDIÇÃO 013 :: História

ESTRANHAMENTOS A PARTIR DE FONTES HISTÓRICAS QUE SÃO CONTAMINADAS POR ESTRANHAMENTOS

No último texto buscamos visualizar um caso de “repensar” a partir de Montaigne. O renascentista francês problematizou o conceito de “selvagem” que era comumente designado para os diferentes povos originários que habitavam o continente americano antes da chegada dos europeus. Continuaremos tratando desse texto, mas trazendo outros breves elementos interessantes sobre os estranhamentos envolvendo o contato entre franceses e originários no contexto colonial do Brasil. Com diferenças culturais, materiais, econômicas e sociais esses diferentes agentes de contato comportaram-se de maneiras peculiares a esse “grande encontro”, como denomina Todorov.